Ecumenismo e mundanismo: sinônimos que destroem os valores originais

13 de dezembro de 2010

Vocês já pensaram que a verdadeira igreja evangélica está morrendo? Que as primeiras ideias decaem e podem em pouco tempo serem esquecidas? Que a igreja que hoje conhecemos é uma fusão barata entre o pior do que havia em nossas em igrejas com o pior que há no mundo? Que aquela igrejinha que prezava pela simplicidade foi engolida pela ostentação dos tempos presentes? Que a comunhão silenciosa das orações matinais foi jogada ao esquecimento? Que o hino que saía de dentro do coração de uma alma contrita agora é apenas o resultado dum meticuloso preparo profissional? Que nossos pastores estão cada vez menos preocupados com a saúde espiritual da igreja? Que agora somente importa auferir alto reconhecimento? Que já não há mais preocupação com o ensino daqueles valores evangélicos que contradizem os valores mundanos? Que a presente geração de evangélicos abandonou os valores que com mais esmero as gerações passadas pregaram? Que os caminhos para os quais somos guiados são caminhos deturpados? Que hoje a igreja evangélica sofre o mesmo processo que há muito tempo a igreja primitiva sofreu? Que estamos descendo uma ladeira tão íngreme que torna o retorno impossível? Vocês já pensaram sobre isso? Já imaginaram que nós mesmos estamos matando o que com grandes perseguições os nossos pais plantaram nalguns corações brasileiros? Vocês já pensaram sobre isso? Já refletiram sobre tais destrutivas consequências que advêm daquela união entre Igreja e mundo? Vocês já pensaram? Vocês já pararam para pensar em tão terrível processo que corrói a Igreja do Senhor no Brasil? Site oficial

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Autor: Silas, o editor do blog

Este texto não é uma crítica, apenas um pensamento…


Dez mandamentos para o Pai

13 de janeiro de 2010

1 – Lembra-te de que o lar foi formado por Deus no princípio da raça humana, para que nele o homem encontre toda a soma de felicidade na terra.

2 – Lembra-te de que o primeiro ataque de Satanás foi contra o lar, e que ele, através dos séculos, tem feito todo o esforço para destruí-lo.

3 – Não te esqueças de que Deus te colocou como cabeça do lar. Cumpre com firmeza os teus deveres de chefe de casa.

4 – Coloca o lar em primeiro lugar na lista das tuas prioridades. Ele deve ser mais importante do que qualquer outra coisa na vida

5 – Cumpre a tua responsabilidade de providenciar o suprimento material, moral e espiritual para o teu lat.

6 – Ŝe pródigo em dispensar à tua esposa e a teus filhos o amor que eles precisam, tanto por palavras como por obras.

7 – Considera sempre teus filhos como pedras preciosas que precisam ser lapidadas, constantemente, a fim de que se tornem o adorno do qual te possas orgulhar sempre.

8 – Procura viver de tal maneira que os teus filhos possam seguir os teus passos, tranquilos e  confiantes.

9 – Mantém sempre aberta a linha de comunicação do lar, através da qual desentendimentos e problemas – que porventura surjam – possam ser resolvidos alegremente.

10 – Lembra-te de que a tarefa que Deus te deu é pesada demais para te desincumbires dela sozinho. Por isso, busca orientação divina através da oração e da leitura da Palavra de Deus, a qual não somente é o “mapa” que nos mostra como chegar aos céus, mas também a “bússola” que nos ensina como nos conduzir na terra!

Fonte: Lições Bíblicas, 3° Trimestre de 1987, capa– Walter Kaschel


GÊNESIS – O Livro dos Começos

20 de outubro de 2009

a-criacao-de-adao-michelangeloAs mais belas páginas da literatura evangélica ou mesmo as mais eloquentes pregações, jamais serão capazes de esgotar o imensurável caudal de riquezas espirituais que Gênesis – o Livro dos Começos, encerra em suas páginas.

O Gênesis se constitui na porta que dá acesso à grande catedral da revelação escrita de Deus. Qual livro de registro de “anotações” de Deus, ele traz em forma embrionária todas as grandes doutrinas do evangelho desenvolvida posteriormente nos demais livros da Bíblia.

 Anular o valor histórico e a inspiração divina do livro de Gênesis, é tentar fechar a grande vertente da qual flui a cristalina água da doutrina e do conselho divinos. Ou os demais livros da Bíblia firmam-se com o livro de Gênesis, ou caem com ele. Não podemos dar maior crédito ao restante das Escrituras do que damos ao livro de Gênesis. A Bíblia toda, do Gênesis ao Apocalipse, emana do rio das intenções de Deus. Isto determina a sua inspiração plenária.

De acordo com o livro de Gênesis:

• Todas as coisas vieram à existência ·pela soberana vontade e palavra de Deus.

• O homem já foi criado homem e feito coroa de toda a criação de Deus, caindo por terra a falsa teoria da evolução.

• A desobediência e queda do homem são fatos consumados, até hoje motivo de flagelo para a humanidade.

• Em meio à noite do terror e desespero do homem, Deus fez promessa de redenção através da “semente da mulher”.

• As ofertas de Abel e Caim mostram o homem como um ser adorador, ora dentro, ora fora da vontade de Deus.

• O arrebatamento de Enoque se constitui numa bela figura do iminente arrebatamento da Igreja peregrina no mundo hoje.

• O juízo divino através do dilúvio denuncia que todo pecado e desobediência do homem serão punidos.

• A aliança de Deus com Noé, passado o dilúvio, mostra que sempre há possibilidade dum novo começo no relacionamento do homem com o Criador.

• A chamada de Abraão e cumprimento da promessa divina em sua vida, dão irrefutável prova de que Deus é fiel em todas as suas promessas, e que está pronto a honrar a fé de seus servos.

• A eleição de Israel, independentemente dos méritos dos patriarcas, se baseia exclusivamente na graça e conselho de Deus.

• Os tipos e figuras apontam para a frente mostrando que coisas maiores e melhores estão por vir.

• Antigos lugares, quando associados ao povo de Deus no passado, adquiriam grande significado para o futuro.

Mergulhe no Gênesis, volte ao passado, levante os seus olhos e mire o futuro; Viva o hoje diante do Deus em cuja presença o ontem e o amanhã se transformam no eterno aqui e agora.

Fonte: Pr. Raimundo de Oliveira – Lições Bíblicas, 3° Trimestre de 1986, capa


O Lar Cristão e o Culto Doméstico

16 de outubro de 2009

A elevação ou decadência de um povo, de uma nação, de uma igreja, depende do lar. O lar temente a Deus e alicerçado na Sua Palavra, e que procura cumprir as missões para as quais foi divinamente instituído, deve ser basicamente quatro coisas:

1. Uma igreja. Sim, uma igreja em miniatura, onde todos louvam e servem a Deus e são criados na doutrina e no temor do Senhor. O lar deve ser o lugar onde se pratica a piedade, a oração, e onde a Palavra de Deus deve ser lida, ouvida, crida, obedecida e amada.

church1032. Uma escola. No lar as crianças desde a mais tenra idade devem aprender os hábitos e maneiras que contribuirão decisivamente para a formação do seu caráter. Mas os pais não podem dar aos filhos o que não têm, porque também não receberam. Referimo-nos à doutrina do’ Senhor, à boa formação e ao comportamento social, e à disciplina. A Igreja e a Pátria precisam urgentemente de lares verdadeiramente cristãos. O lar exercendo o papel que lhe cabe na sociedade, deve ser um centro de civismo e de exemplo no cumprimento do dever, seja ele social, moral ou espiritual.

3. Uma comunidade. No lar deve haver as melhores relações de amizade, plena solidariedade e cooperação entre todos os seus membros.

 4. Uma oficina. Num lar cristão e bem estabelecido todos devem viver, trabalhar e descansar em união. Todos dando de si para o bem-estar da família inteira. Um lar desunido, onde reina a desobediência, e onde cada um só pensa em si, fazendo somente o que lhe convém, tornar-se-á um lugar insuportável e um centro de mau exemplo.

Fonte: Lições Bíblicas, 3° Trimestre de 1985, capa.


Os Medos do Ser Humano

3 de agosto de 2009

Cada ser humano sofre algum tipo de medo. O medo pode ser uma característica da falta de fé e confiança em Deus.

1. Medo do insucesso.

A Bíblia afirma que feliz é aquele que confia no Senhor (SI 84.12; 146. 5). A falta de fé em Deus faz com que o crente seja dominado pelo medo de fracassar em diversas áreas da vida (profissional, acadêmica, ministerial etc.). É urgente confiarmos a Deus todos os nossos sonhos, projetos e objetivos (SI 37.5).

Quem teme ao Senhor (SI 112.1 ; 128.1) sempre escolhe o melhor caminho diante das crises, pois o próprio Deus encarrega-se de orientá-lo (SI 25.12; Mt 6.31 ,32). Uma vez que os propósitos divinos para o crente são de paz e não de mal (lr 29.11), não há razão para temer.

 2. Medo da morte (SI 23.4). bd237-velc3b3rio

 Enquanto incrédulos e materialistas desmaiam de horror diante da morte (Hb 2.14,15), o verdadeiro crente em Jesus não se assombra (Mt 10.28; Lc 2.29,30; Fp 1.21), visto que para Deus a morte dos santos é preciosa (SI 116.15; At 3.15).

A razão de não temê-la está no fato de Jesus a ter vencido na cruz do Calvário (SI 68.20; 2 Tm 1.10; Ap 1.18). Ler também Lc 16.22;Jo 14.3; 2 Co 5.1,2,8.) Os que temem a morte são justamente aqueles que não confiam na obra expiatória de Cristo, nem no poder de sua ressurreição (lo 5.24; 11.23-27; 1 Co 15.55-57).

3. Medo do futuro (Nm 14.1–9).

As pessoas andam alarmadas e temerosas como futuro econômico político-social do mundo e quanto às péssimas previsões sobre a qualidade de vida no planeta. Diante disso, qual deve ser a postura do crente quanto às incertezas e medos da sociedade de nosso tempo? Vejamos:

a) Não tema o futuro.

 Você pode até planejá-lo (Ec 11.1 ,2), mas evite preocupar-se excessivamente com ele (SI37.37; Mt 6.33,34; 2 Ts 1.7; Hb 4.9). A Bíblia afirma que os projetos humanos são falíveis, portanto, confie mais em Deus do que em seus próprios planos (Pv 27.1; Jr 8.20; Tg 4.13-1 5). A inquietação pelo amanhã impede o cristão, no presente, de usufruir da bondade e misericórdia divinas (Tg 4.13; Pv 19.21; 1 Tm 6.17-19).

b) Confie em Deus (Nm 13.30; 14.11).

O medo deve curvar-se ante a fé genuína no Senhor (SI 55.4,5,1 6-1 8). Se confiarmos em Deus à semelhança de Abraão que, “saiu, sem saber para onde ia” (Hb 11.8), com efeito, teremos um “bom futuro e a nossa esperança não será frustrada” (Pv 23.18 [ARA]; 24.14). O homem desconhece seu futuro (Ec 9.1), razão pela qual o crente deve confiá-Io somente a Deus (SI 37.5-7; Mc 11.22; 1 Pe 1.21).

c) Seja fiel ao Senhor Jesus

O Salmo 37.25 sustenta que o crente fiel jamais será desamparado pelo Senhor e nem a sua descendência mendigará o pão. Ele será próspero em todos os seus caminhos (SI 92.12- i5), e nunca será abalado (SI 55.22). O futuro daquele que é fiel ao Senhor será próspero e abençoado, conforme vaticina o Salmo 128.

Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao SENHOR. O SENHOR te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida. E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel

Fonte: Lições Bíblicas, 3° Trimestre de 2008, Pag. 15 e 16 – Wagner dos Santos Gaby


A Vida Depois da Morte

19 de junho de 2009

São vários os argumentos que reforçam a doutrina bíblica sobre a vida além-túmulo.

1. Argumento histórico.

Se a questão da vida além-morte estivesse fundamentada apenas em teorias e conjecturas filosóficas, ela já teria desaparecido. Mas as provas da crença na imortalidade estão impressas na experiência da humanidade.

2. Argumento teleológico.

Procura provar que a vida do ser humano tem uma finalidade além da própria vida física. Há algo que vai além da matéria de nossos corpos, é a parte espiritual. Quando Jesus Cristo aboliu a morte e trouxe à luz a vida e a incorrupção, estava, de fato, desfazendo a morte espiritual e concedendo vida eterna, a imortalidade (2 Tm 1.10). A vida humana tem uma finalidade superior, uma razão de ser, um desígnio.

3. Argumento moral.

Há um governador moral dentro de cada ser humano chamado consciência que rege as suas ações. Sua existência dentro do espírito humano, indica sua função interna, como um sensor moral, aliado à soberania divina.

4. Argumento metafísico.

Os elementos imateriais do ser humano, denunciam o sentido metafísico que compõe a sua alma e espírito. Esses elementos são indissolúveis; portanto, como evitar a realidade da vida além-morte? É impossível! A palavra imortalidade no grego é athanasia e significa literalmente ausência de morte. No sentido pleno, somente Deus possui vida total, imperecível e imortal (1 Tm1.17). Ele é a Fonte de vida eterna e ninguém mais pode dá-Ia. No sentido relativo, o crente possui imortalidade conquistada pelos méritos de Jesus no Calvário (2 Tm 1.8-12).

Fonte: Lições Bíblicas, 3° Trimestre de 1998, Pag. 14 – Elienai Cabral


O repouso de Agostinho

10 de junho de 2009

Na confluência dos rios que circundavam o jardim, formula o homem uma pergunta que se avultaria como o maior dilema da raça: “Como reatar a comunhão com o Criador?” Tinha início, naquele momento, uma busca que não era somente busca. Mas angústia e procura. Um sentimento que nem a mesma morte pode sufocar.

Eis como o doutíssimo pastor de Hípona retrata a alma do Adão lançado da presença de Deus: “Quem me dera repousar em Vós! Quem me dera que viésseis ao meu coração e o inebriásseis com a vossa presença. Para me esquecer de meus males e me abraçar convosco, meu único bem!”

Ansiando por um repouso, tenta o homem divisar o seu Criador no labirinto da consciência. Mas deixa-se prender pelos enganos do coração e pelas galas da justiça própria. Com a mesma solicitude, contempla a natureza. Acaba, porém, adorando mais a criatura do que o Criador. Em seguida, volve o olhar ao infinito e faz de cada estrela um deus e uma abominação de cada astro. Não satisfeito e, agora, mais ferido, entrega-se à filosofia. Pobre homem! A filosofia incita-o a amontoar perguntas e erigir monumentos à dúvida. Sócrates e Aristóteles nada lhe respondem: eles mesmos tateiam o elo perdido. Buda e Mêncio também nada fazem. Quanto a Cartesius, só está cônscio da própria existência.

O bondoso Deus não nos deixaria, porém, naufragar neste mar revolto. Em meio às procelas que se abatiam sobre a fragilidade de nossas almas, firma-nos um horizonte. E a sua Palavra descreve o arco da aliança partida. Através da Bíblia, redescobrimos a existência de um terno e compassivo Pai. Conscientizamo-nos de que Ele está a comandar todas as coisas. A Palavra de Deus é o fôlego que nos faltava. Sem esse alento, muitas perguntas e nenhuma resposta. E, agora, como diria Agostinho, repousa nosso coração na bondade do Eterno, pois Ele nos fez e dEle somos.

 Fonte: Lições Bíblicas, 2° Trimestre de 1991 – Claudionor Corrêa de Andrade


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